Em entrevista, divulgada à imprensa, a delegada Anne Karine Trevizan, titular da DEPCA e delegado Reginaldo Salomão, titular do GARRAS, relataram novos detalhes sobre o caso da menina Emanuelly Victoria Souza Moura, de apenas 6 anos, cruelmente assassinada na última quarta-feira.
A criança foi sequestrada, estuprada e estrangulada até a morte por William Teixeira Timóteo, vulgo “Gordinho”, conhecido da família. Segundo o pai, Deivid Bernardes, de 26 anos, o suspeito apareceu em sua casa por volta das 8h pedindo uma ferramenta emprestada e, nesse momento, levou a menina sem que ninguém percebesse. Mais tarde, William voltou e passou toda a tarde trabalhando friamente ao lado do pai da vítima, que não desconfiou do crime.
A ausência da menina só foi notada no fim da tarde, quando a família iniciou as buscas. Imagens de câmeras de segurança de vizinhos mostraram Emanuelly caminhando ao lado do suspeito pela Rua São Gabriel, no bairro Taquarussu. .
Busca e confronto com a polícia
Diante das imagens e da suspeita, a Polícia Militar foi acionada. O Batalhão de Choque se deslocou até a casa de William, na Vila Carvalho, onde encontrou o corpo da criança enrolado em um cobertor, dentro de uma banheira.
O caso foi registrado como homicídio qualificado e desaparecimento de pessoa. Desde a denúncia inicial, o suspeito estava sendo procurado e acabou localizado. Houve confronto com a polícia, e William foi baleado. Ele chegou a ser encaminhado com vida para a UPA Vila Almeida, mas não resistiu.
Histórico de violência
Este não é o primeiro crime cometido por Willian, o autor já tem outras passagens pela justiça, incluindo estupro de um bebê de 1 ano, que quase morreu após o crime. A outra vítima foi a própria enteada do suspeito, vítima aos 11 anos.
A entrevista é uma reprodução da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, está disponível nas redes sociais e foi divulgada a sociedade e a imprensa.