Dengue no radar | MS registra 8.095 casos confirmados

Mato Grosso do Sul soma, em 2025, 13.298 casos prováveis de dengue, dos quais 8.095 já foram confirmados. Os dados constam no boletim da 38ª...

Foto: Bruno Rezende (SES)

Mato Grosso do Sul soma, em 2025, 13.298 casos prováveis de dengue, dos quais 8.095 já foram confirmados. Os dados constam no boletim da 38ª semana epidemiológica, divulgado esta semana pela Secretaria de Estado de Saúde (SES). O documento também aponta 17 mortes confirmadas pela doença e outras sete em investigação.

Nos últimos 14 dias, municípios como Bodoquena, Nioaque, Cassilândia, Bela Vista, Ribas do Rio Pardo e Aquidauana apresentaram baixa incidência de novos casos confirmados. Já os óbitos ocorreram em 16 cidades: Inocência, Três Lagoas, Nova Andradina, Aquidauana, Dourados, Ponta Porã, Coxim, Iguatemi, Paranhos, Itaquiraí, Água Clara, Miranda, Aparecida do Taboado, Ribas do Rio Pardo e Campo Grande. Entre as vítimas, seis tinham comorbidades.

Vacinação contra a dengue
Desde o início da campanha, 188.875 doses da vacina contra a dengue já foram aplicadas no Estado. Mato Grosso do Sul recebeu do Ministério da Saúde um total de 241.030 doses, destinadas ao público-alvo.

O esquema vacinal prevê duas aplicações, com intervalo de três meses entre elas, e é recomendado para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, 11 meses e 29 dias, faixa etária com maior incidência de hospitalizações por dengue dentro do grupo de 6 a 16 anos.

Situação da Chikungunya
O boletim também chama atenção para a chikungunya, que já contabiliza 13.480 casos prováveis, sendo 7.348 confirmados pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN). Entre os registros, 72 envolvem gestantes.

O Estado já confirmou 16 mortes pela doença, em municípios como Dois Irmãos do Buriti, Vicentina, Naviraí, Terenos, Fátima do Sul, Dourados, Sidrolândia, Glória de Dourados, Maracaju e Iguatemi. Do total de vítimas, 12 apresentavam comorbidades.

Alerta da SES
A SES reforça que, em caso de sintomas de dengue ou chikungunya, a população deve evitar a automedicação e buscar imediatamente atendimento em uma unidade de saúde do município.

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