
Mato Grosso do Sul encerrou o mês de junho com um saldo positivo de 2.709 empregos com carteira assinada, de acordo com dados divulgados na última segunda-feira (4) pelo Observatório do Trabalho de MS. O levantamento, elaborado pela Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) em parceria com a Funtrab, tem como base o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho.
Ao todo, foram registradas 33.659 admissões e 30.950 desligamentos no mês. No acumulado do ano, de janeiro a junho de 2025, o Estado já criou 20.898 novos postos de trabalho, representando um crescimento de 3,12% em relação ao estoque de empregos formais registrados até o fim de 2024. Com esse desempenho, MS figura na quinta colocação entre os estados com maior crescimento na empregabilidade.
No recorte dos últimos 12 meses, o Estado contabilizou 411.164 contratações e 395.953 demissões, o que resultou em um saldo positivo de 15.211 empregos formais. O estoque total de empregos com carteira assinada em Mato Grosso do Sul atingiu, em junho, a marca de 694.044 vagas. A taxa de rotatividade no período foi de 33,34%.
Apesar do saldo positivo, o número de admissões em junho apresentou uma leve retração de 6,5% em relação ao mês anterior (maio de 2025). Em comparação com junho de 2024, no entanto, houve um crescimento de 1,2%. Os desligamentos também recuaram: queda de 5,89% em relação a maio e de 2% na comparação com o mesmo mês do ano passado.
Setores que mais contrataram
Entre os setores que mais impulsionaram a geração de empregos no Estado em junho, a construção civil lidera, com 717 novos postos. Em seguida aparecem o comércio (694) e o setor de serviços (679), mostrando força na recuperação econômica.
Municípios em destaque
No recorte municipal, Três Lagoas liderou o ranking com o maior saldo de empregos formais no mês, registrando 475 novas vagas. Campo Grande aparece em seguida, com 366, acompanhada por Chapadão do Sul (275), Costa Rica (179) e Ribas do Rio Pardo (151).
Na contramão, os municípios que apresentaram os piores desempenhos em junho foram Caarapó (-106), Corguinho (-98), Aparecida do Taboado (-89), Sonora (-36) e Fátima do Sul (-35).