“Primeiro de abriiillll” – Já pegou alguém hoje, no ‘Dia da Mentira’?

É sagrado! Todo mundo conhece alguém que espera ansiosamente por esta data. A pegadinha normalmente vem com uma dose de suspense ou de apreensão, que...

É sagrado! Todo mundo conhece alguém que espera ansiosamente por esta data. A pegadinha normalmente vem com uma dose de suspense ou de apreensão, que nem sempre é tão engraçada quanto parece. Mesmo assim, é uma situação comum brincar e contar uma mentirinha só para não deixar o primeiro de abril – Dia da Mentira – passar despercebido.

Há quem já tenha tomado muitos sustos com a data em questão, outros apenas se divertem e brincam com amigos. O fato é, que muita gente leva a data mais a sério do que se pensa, e acreditem, isso não é só no Brasil, o Dia da Mentira é celebrado em várias partes do mundo e tem motivo.

Aqui no Brasil, por exemplo, começou em 1828, quando um jornal mineiro, em seu periódico, anunciou falsamente a morte de Dom Pedro I. A notícia surpreendeu os leitores, mas logo foi desmentida, consolidando a data como o Dia da Mentira no país.

História que a internet conta sobre o “Dia da Mentira” pelo mundo

O Dia da Mentira, celebrado em 1º de abril, é uma tradição presente em diversos países ocidentais, marcada por brincadeiras e notícias falsas compartilhadas entre amigos, familiares e até veículos de comunicação. As origens dessa prática remontam ao século XVI, na França, durante a adoção do Calendário Gregoriano.

Antes da reforma, o Ano Novo era comemorado entre 25 de março e 1º de abril. Com a mudança oficializada pelo rei Carlos IX em 1564, a celebração passou para 1º de janeiro. No entanto, muitos franceses resistiram ou demoraram a adotar a nova data, continuando a festejar o Ano Novo no início de abril. Essas pessoas tornaram-se alvo de zombarias e brincadeiras por parte daqueles que já seguiam o novo calendário, originando o costume de pregar peças nesse período.

Outra possível influência para o Dia da Mentira é o festival romano de Hilária, celebrado em 25 de março em homenagem à deusa Cibele. Durante essa festividade, era comum o uso de disfarces e a realização de brincadeiras, características que se assemelham às práticas atuais do 1º de abril.

No Brasil, a tradição foi introduzida em 1828 pelo periódico mineiro “A Mentira”. Em sua primeira edição, publicada em 1º de abril daquele ano, o jornal anunciou falsamente a morte de Dom Pedro I. A notícia surpreendeu os leitores, mas logo foi desmentida, consolidando a data como o Dia da Mentira no país.

Desde então, o 1º de abril é marcado por pegadinhas e notícias fictícias, tanto no âmbito pessoal quanto na mídia. Empresas e veículos de comunicação frequentemente aproveitam a ocasião para divulgar informações inusitadas, sempre com o intuito de entreter e brincar com o público.

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